quinta-feira, 5 de março de 2020
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 21 de junho de 2019
História Da Filosofia Medieval: A Relação
Entre Razão E Fé No Período Medieval
Por Teresinha Menezes
INTRODUÇÃO
Para podermos distinguir a relação entre razão e fé no período medieval, precisamos antes buscar o conceito de razão e fé, e analisarmos o período medieval. Iniciaremos, definindo o que é razão e o que é fé:
RAZÃO: Faculdade de julgar que caracteriza o ser humano. “A capacidade de bem julgar e distinguir o verdadeiro do falso, que é o que propriamente se denomina o bom senso ou razão, é naturalmente igual em todos os homens.”(Descartes, Discurso do Método,I)[2]
Embasados nas definições que encontramos quanto ao significado da razão e da fé, podemos notar a autonomia de cada uma. Enquanto a razão utiliza-se da lógica, da capacidade do ser humano de avaliar e dar seu parecer, fundamentada em comprovações científicas, a fé utiliza-se em acreditar ou não em algo, que do ponto de vista da fé, a ciência não pode comprovar, embora tente.
DESENVOLVIMENTO
Durante a Idade Média, estiveram em conflito a razão e a fé, diante do
progresso da Igreja Católica,
influenciando as atitudes humanas. Vejamos algumas discordâncias
entre certos historiadores:
progresso da Igreja Católica,
influenciando as atitudes humanas. Vejamos algumas discordâncias
entre certos historiadores:
Parisi, Cotrin relata a estagnação intelectual desse período:
“ As idéias religiosas da Idade Média se baseavam em uma série de dogmas
ditados pela Igreja. Esses dogmas
eram tidos como “verdades” incontestáveis, porém as afirmações neles contidas
nem sempre correspondiam à
realidade dos fatos. Entretanto, todos aqueles que ousasse opor alguma
resistência aos dogmas era submetido a severas punições por parte das
autoridades religiosas”.[4]
ditados pela Igreja. Esses dogmas
eram tidos como “verdades” incontestáveis, porém as afirmações neles contidas
nem sempre correspondiam à
realidade dos fatos. Entretanto, todos aqueles que ousasse opor alguma
resistência aos dogmas era submetido a severas punições por parte das
autoridades religiosas”.[4]
Carlos Nascimento discorda que houve uma estagnação intelectual nesse
período, declarando:
período, declarando:
“ ( ...) é bom desfazermo-nos de certos preconceitos mais ou menos difundidos
acerca da Idade Média como um
período de trevas e estagnação intelectual, em que o pensamento, cercado
por toda espécie de entraves, entre os
quais a religião, não logrou mais do que uma repetição empobrecida de algumas
concepções da filosofia grega e
principalmente de Aristóteles”. [6]
acerca da Idade Média como um
período de trevas e estagnação intelectual, em que o pensamento, cercado
por toda espécie de entraves, entre os
quais a religião, não logrou mais do que uma repetição empobrecida de algumas
concepções da filosofia grega e
principalmente de Aristóteles”. [6]
Percebemos que Santo Agostinho utilizou-se do pensamento filosófico,
fundamentado nos ensinamentos de Platão
para fazer prevalecer a fé. Em sua célebre fórmula: “Creio para que possa
entender”, está nítido o dogma religioso.
Ora, isso não é filosofar, pois a filosofia se utiliza da razão como método,
isto é, o caminho para chegar a compreensão
da verdade. Vimos também ser esta uma capacidade “natural” de todos os
homens. Ao contrário, pela fé, o crente, chega
a verdade, isto é, Deus, “a partir de uma testemunha sobrenatural”.
fundamentado nos ensinamentos de Platão
para fazer prevalecer a fé. Em sua célebre fórmula: “Creio para que possa
entender”, está nítido o dogma religioso.
Ora, isso não é filosofar, pois a filosofia se utiliza da razão como método,
isto é, o caminho para chegar a compreensão
da verdade. Vimos também ser esta uma capacidade “natural” de todos os
homens. Ao contrário, pela fé, o crente, chega
a verdade, isto é, Deus, “a partir de uma testemunha sobrenatural”.
Vemos assim, o que diferencia a filosofia da teologia, a saber: para a filosofia,
a capacidade de conhecer a verdade é
natural, implícita, inerente a todos os homens; enquanto que na teologia,
esta capacidade é adquirida por mérito, através
do cumprimento dos dogmas religiosos, sendo este o método, o caminho,
e à partir daí, quer dizer, a fé, através da
verdade é revelada pela graça de Deus.
a capacidade de conhecer a verdade é
natural, implícita, inerente a todos os homens; enquanto que na teologia,
esta capacidade é adquirida por mérito, através
do cumprimento dos dogmas religiosos, sendo este o método, o caminho,
e à partir daí, quer dizer, a fé, através da
verdade é revelada pela graça de Deus.
A estagnação da Idade Medieval tem sua continuação num período
posterior com Santo Tomás de Aquino (1227-1274),
que embasado na filosofia de Aristóteles, utiliza-se desta para unir a
fé e a razão. Buscou harmonizar os textos de
Aristóteles com as escrituras, refutando o conflito entre ambas,
conforme a citação de Carlos Nascimento a seguir:
posterior com Santo Tomás de Aquino (1227-1274),
que embasado na filosofia de Aristóteles, utiliza-se desta para unir a
fé e a razão. Buscou harmonizar os textos de
Aristóteles com as escrituras, refutando o conflito entre ambas,
conforme a citação de Carlos Nascimento a seguir:
“Possui com eixo de sua filosofia a relação entre razão e fé, que
para ele, não estão em conflito, desde que se entenda
que a inteligência humana, independente na busca de verdades
filosóficas acerca do mundo sensível e do mundo
inteligível, não poderá nunca infirmar uma verdade da fé, que
por definição excede o poder da razão”.
para ele, não estão em conflito, desde que se entenda
que a inteligência humana, independente na busca de verdades
filosóficas acerca do mundo sensível e do mundo
inteligível, não poderá nunca infirmar uma verdade da fé, que
por definição excede o poder da razão”.
[2] JAPIASSÚ,Hilton, MARCONDES, Dnilo. Dicionário Básico de
Filosofia, 4º ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006,
p. 104
Filosofia, 4º ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006,
p. 104
[4] PARISI, Mário, COTRIM, Gilberto, TDF Trabalho Dirigido de
Filosofia, 5º ed. São Paulo, Saraiva, 1981, p.136
Filosofia, 5º ed. São Paulo, Saraiva, 1981, p.136
[6] JAPIASSÚ, Hilton, MARCONDES, Danilo, Dicionário Básico
de Filosofia, 4º ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006, p. 4
de Filosofia, 4º ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006, p. 4
[7] OLIVEIRA, Armando Mora de, NASCIMENTO, Carlos Arthur
Ribeiro do, SILVA, Franklin Leopoldo E, WATANABE, Lygia Araujo,
CHAUI, Marilena. Aspectos da História da Filosofia. 10º ed. São Paulo,
Brasiliense, 1992, 151 p.
Ribeiro do, SILVA, Franklin Leopoldo E, WATANABE, Lygia Araujo,
CHAUI, Marilena. Aspectos da História da Filosofia. 10º ed. São Paulo,
Brasiliense, 1992, 151 p.
Sobre o Autor

Teresinha Menezes
Professora Titular de dois Cargos Efetivos em
Escolas Estaduais. Graduada em
Pedagogia (UNICID), Graduada em Filosofia
(Claretiano), Pós graduação no curso
Ensino de História e Geografia (Claretiano).
Natural de São Paulo, Capital.
Escolas Estaduais. Graduada em
Pedagogia (UNICID), Graduada em Filosofia
(Claretiano), Pós graduação no curso
Ensino de História e Geografia (Claretiano).
Natural de São Paulo, Capital.
segunda-feira, 27 de maio de 2019
sexta-feira, 24 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de maio de 2019
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Astrologia salva as pessoas e ensina as pessoas a viverem.
Sistema de valor (vénus) e sistema de ação (Marte).
Eu só tenho uma ação ( externo) mediante a um valor ( valores internos é a somatória de informações que eu ao longo das experiências posso catalogar como sendo algo bom ou ruim ou algo mais valioso e menos valioso).
Porque tem pessoas que atraem relacionamentos abusivos ou que não atraem nada por exemplo por conta desses fatores no mapa astral dela.
Uma pessoa com Vénus em Escorpião e Marte em Libra que são posicionamentos desafiadores para esses planetas faz com que por exemplo uma mulher atraia um homem manipulador, controlador, que abusa do poder pois desperta qualidades menos altruístas como o egoísmo e assim tem o desejo visceral de controlar a pessoa como como essa mulher tem marte em libra ela fica submissa, não consegue dizer não, prefere a farsa do casamento para agradar os outros pois não tem ação para sair dessa situação... tudo por causa do seu sistema de valores que é vénus e que se encontra em exílio.
O que uma Vénus em escorpião valoriza: ciúmes, paixões, tensões... na sua parte mais densa.
Se a pessoa soubesse disso, ela logo iria compreender porque atrai esse tipo de relações e assim poderia desenvolver de maneira positiva esse posicionamento.
Nesse caso, ela teria o livre-arbitro de fazer escolhas mesmo que dentro dela traga a energia desses dois planetas em exílio mas agora tem consciência. Nesse caso, os astros inclinam mas não obrigam ela ter essas experiências.
Astrologia nos ajuda a ter livre-arbitro, isso não vai mudar os arquétipos que você trouxe mas você vai conseguir comandar esses astros para resultados mais harmônicos.
Saiba mais sobre seu mapa astral para que você possa ter mais lucidez de suas escolhas.
Agenda seu mapa astral, através do nutricaoespiritual8@gmail.com
Grata,
Marcela Passaro
Sistema de valor (vénus) e sistema de ação (Marte).
Eu só tenho uma ação ( externo) mediante a um valor ( valores internos é a somatória de informações que eu ao longo das experiências posso catalogar como sendo algo bom ou ruim ou algo mais valioso e menos valioso).
Porque tem pessoas que atraem relacionamentos abusivos ou que não atraem nada por exemplo por conta desses fatores no mapa astral dela.
Uma pessoa com Vénus em Escorpião e Marte em Libra que são posicionamentos desafiadores para esses planetas faz com que por exemplo uma mulher atraia um homem manipulador, controlador, que abusa do poder pois desperta qualidades menos altruístas como o egoísmo e assim tem o desejo visceral de controlar a pessoa como como essa mulher tem marte em libra ela fica submissa, não consegue dizer não, prefere a farsa do casamento para agradar os outros pois não tem ação para sair dessa situação... tudo por causa do seu sistema de valores que é vénus e que se encontra em exílio.
O que uma Vénus em escorpião valoriza: ciúmes, paixões, tensões... na sua parte mais densa.
Se a pessoa soubesse disso, ela logo iria compreender porque atrai esse tipo de relações e assim poderia desenvolver de maneira positiva esse posicionamento.
Nesse caso, ela teria o livre-arbitro de fazer escolhas mesmo que dentro dela traga a energia desses dois planetas em exílio mas agora tem consciência. Nesse caso, os astros inclinam mas não obrigam ela ter essas experiências.
Astrologia nos ajuda a ter livre-arbitro, isso não vai mudar os arquétipos que você trouxe mas você vai conseguir comandar esses astros para resultados mais harmônicos.
Saiba mais sobre seu mapa astral para que você possa ter mais lucidez de suas escolhas.
Agenda seu mapa astral, através do nutricaoespiritual8@gmail.com
Grata,
Marcela Passaro
Você é o Universo, tenha consciência disso.
Compreenda o quanto você é essencial e responsável pelo andamento do cosmos e da evolução.
"A ação e as reações do homem também podem introduzir elementos de discórdia no sistema solar. É uma sintonização de mão dupla. Nesse sentido, por menor que seja, todo homem é responsável ou, pelo menos, envolvido no bem-estar do sistema solar." Dane Rudyar
Por isso que o museu no Rio de Janeiro pegou fogo, a causa foi a atmosfera psíquica dos cariocas mas como ninguém se responsabiliza pelo seu universo em miniatura e as pessoas não tem uma compreensão do todo...já dizem besteiras e aponta culpados... porque ninguém assumi a responsabilidade de seus pequenos atos diários... fogo no sentido de Shiva de destruir e limpar o astral denso e carregado que é a somatória do astral individual dos cariocas.
Quer viver em paz com os outros e com o cosmos, comece em você e paremos de projetar nos outros que ele me deixa com ódio.
Grata,
Marcela Passaro
Compreenda o quanto você é essencial e responsável pelo andamento do cosmos e da evolução.
"A ação e as reações do homem também podem introduzir elementos de discórdia no sistema solar. É uma sintonização de mão dupla. Nesse sentido, por menor que seja, todo homem é responsável ou, pelo menos, envolvido no bem-estar do sistema solar." Dane Rudyar
Por isso que o museu no Rio de Janeiro pegou fogo, a causa foi a atmosfera psíquica dos cariocas mas como ninguém se responsabiliza pelo seu universo em miniatura e as pessoas não tem uma compreensão do todo...já dizem besteiras e aponta culpados... porque ninguém assumi a responsabilidade de seus pequenos atos diários... fogo no sentido de Shiva de destruir e limpar o astral denso e carregado que é a somatória do astral individual dos cariocas.
Quer viver em paz com os outros e com o cosmos, comece em você e paremos de projetar nos outros que ele me deixa com ódio.
Grata,
Marcela Passaro
Na grande maioria, pessoas com anemia estão com deficiência de ferro.
Ferro é a mesma manifestação de Marte assim na anemia não temos pique para nada, não fazemos nada, ficamos apáticos diante das situações e não agimos com nosso sistema muscular.
Logo podemos compreender através da astrologia olhando os trânsitos, progressões e revolução solar para saber qual o motivo e assim através da homeopatia, florais, antroposofia e alimentação podemos corrigir esse período e fortalecer seu organismo que é o micro para que possa ir realizar suas ações.
Essa repressão do ferro pode estar também correlacionado com alguma crença com a energia de Marte e nesse caso a pessoa pode até comer alimentos que contém ferro mas como carrega alguma crença negativa com relação a ação, ela não consegue absorver o ferro disponível por isso que não adianta apenas a nutrição se não levantarmos as causas na psique humana.
Como semelhança atrai semelhante, ele conseguindo dissolver com a energia de Netuno as crenças que aprisionavam ( Saturno que cristaliza na alma) sua força de ação, ela pode absorver ferro não apenas do alimento mas como também do ambiente.
Logo astrologia + nutrição + psique = reajustes e equilíbrio na vida da pessoa.
Ps: uma coisa que tem acabado com a energia marciana que é extremamente importante para as ações é o discurso mascarado de paz. Já vi muita gente que diz: está tudo bem, amor a todos... e ai você olha para a vida da pessoa é uma total ausência de movimentação. Tomar cuidado porque 3D é ilusão e nem tudo o que dizem ser espiritualidade é espiritualidade.
Além disso, o discurso que quando um homem olha para uma mulher e ele quer ela (graças a deus porque ele tem marte e ele precisa exercer isso) isso é abuso. Tomem cuidado com isso também porque existe sim o abuso que é a violência e agressão mas existe a atração e ação de ir atrás daquilo que o outro se sentiu atraído... nesse caso isso é algo natural...e qual é o problema disso... querer algo que me atrai...
As pessoas querem que todo mundo fique apático e ame todo mundo... é dessa forma que iremos ter uma mundo de zumbis...é preciso ter a energia marciana para que as coisas aconteçam... hoje os homens estão mais um bando de molengas e as mulheres nem preciso dizer... fechadas em seus discursos feministas de não me toquem... precisamos crescer do mundo imaginativo e sair das manipulações da massa e começar a pensar...
Grata,
Marcela Passaro
Ferro é a mesma manifestação de Marte assim na anemia não temos pique para nada, não fazemos nada, ficamos apáticos diante das situações e não agimos com nosso sistema muscular.
Logo podemos compreender através da astrologia olhando os trânsitos, progressões e revolução solar para saber qual o motivo e assim através da homeopatia, florais, antroposofia e alimentação podemos corrigir esse período e fortalecer seu organismo que é o micro para que possa ir realizar suas ações.
Essa repressão do ferro pode estar também correlacionado com alguma crença com a energia de Marte e nesse caso a pessoa pode até comer alimentos que contém ferro mas como carrega alguma crença negativa com relação a ação, ela não consegue absorver o ferro disponível por isso que não adianta apenas a nutrição se não levantarmos as causas na psique humana.
Como semelhança atrai semelhante, ele conseguindo dissolver com a energia de Netuno as crenças que aprisionavam ( Saturno que cristaliza na alma) sua força de ação, ela pode absorver ferro não apenas do alimento mas como também do ambiente.
Logo astrologia + nutrição + psique = reajustes e equilíbrio na vida da pessoa.
Ps: uma coisa que tem acabado com a energia marciana que é extremamente importante para as ações é o discurso mascarado de paz. Já vi muita gente que diz: está tudo bem, amor a todos... e ai você olha para a vida da pessoa é uma total ausência de movimentação. Tomar cuidado porque 3D é ilusão e nem tudo o que dizem ser espiritualidade é espiritualidade.
Além disso, o discurso que quando um homem olha para uma mulher e ele quer ela (graças a deus porque ele tem marte e ele precisa exercer isso) isso é abuso. Tomem cuidado com isso também porque existe sim o abuso que é a violência e agressão mas existe a atração e ação de ir atrás daquilo que o outro se sentiu atraído... nesse caso isso é algo natural...e qual é o problema disso... querer algo que me atrai...
As pessoas querem que todo mundo fique apático e ame todo mundo... é dessa forma que iremos ter uma mundo de zumbis...é preciso ter a energia marciana para que as coisas aconteçam... hoje os homens estão mais um bando de molengas e as mulheres nem preciso dizer... fechadas em seus discursos feministas de não me toquem... precisamos crescer do mundo imaginativo e sair das manipulações da massa e começar a pensar...
Grata,
Marcela Passaro
Fogo de Prometeu e a clareza dos porque da vida.
O último desejo que você ficou mentalizando na vida passada te condicionou a nascer de novo.
Consigo ver isso na astrologia.
O que você ficou sentindo e pensando mas não concretizou em vida ....te faz voltar para que você possa concluir... por isso pensar em nada..
Nada é a energia divina
Não querer nada é o que devemos fazer
Me faz sair da roda de nascimentos e mortes...
O corpo morre mas aquilo que eu vibrei permanece... por isso o que eu vibrei em vida passada? casa, namoro, dinheiro, sucesso, sexo, trabalho.... essas são as áreas da astrologia ou as casas astrológicas em que os planetas irão se hospedar... pois você quis isso..
Como diz o gênio da lâmpada?
Seu desejo será atendido e ai você reencarna.
E ai depois não sabemos porque estamos aqui e ai sofremos com tudo aquilo que a gente mesmo mentalizou e se carregou em vida anteriores...
Por isso parem de vibrar em coisas materiais.... vibrem em Deus e você saíra da roda de mortes e nascimentos ou ao menos realize seu mapa astral para descarregar toda a energia que você se carregou.
Grata,
Marcela Pássaro
O último desejo que você ficou mentalizando na vida passada te condicionou a nascer de novo.
Consigo ver isso na astrologia.
O que você ficou sentindo e pensando mas não concretizou em vida ....te faz voltar para que você possa concluir... por isso pensar em nada..
Nada é a energia divina
Não querer nada é o que devemos fazer
Me faz sair da roda de nascimentos e mortes...
O corpo morre mas aquilo que eu vibrei permanece... por isso o que eu vibrei em vida passada? casa, namoro, dinheiro, sucesso, sexo, trabalho.... essas são as áreas da astrologia ou as casas astrológicas em que os planetas irão se hospedar... pois você quis isso..
Como diz o gênio da lâmpada?
Seu desejo será atendido e ai você reencarna.
E ai depois não sabemos porque estamos aqui e ai sofremos com tudo aquilo que a gente mesmo mentalizou e se carregou em vida anteriores...
Por isso parem de vibrar em coisas materiais.... vibrem em Deus e você saíra da roda de mortes e nascimentos ou ao menos realize seu mapa astral para descarregar toda a energia que você se carregou.
Grata,
Marcela Pássaro
quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Música do Silêncio
A Paz Interior Brota da Ausência de Ruído
Carlos Cardoso Aveline
Os sábios pitagóricos diziam que o universo é musical. De fato, cada som e cada silêncio parecem ter um efeito especial sobre o ser humano. Seu significado específico pode ser libertador ou não, trazendo alívio, paz, serenidade, ou talvez inquietação. Por isso o excesso de ruídos – a moderna poluição sonora – está longe de ser um problema sem importância.
Sabe-se, por exemplo, que o lixo é apenas uma matéria-prima potencialmente útil, colocada em lugar errado. Do mesmo modo, o barulho é um som, em si mesmo inofensivo, que evoca fragmentação e desarmonia porque foi emitido no momento, no tom e no volume errados.
Os sons da natureza são, geralmente, musicais. É certo que às vezes – como durante uma tempestade – podem parecer terríveis para quem não os entende. Um cachorro doméstico, por exemplo, sempre irá para debaixo da cama, assustado, ao ouvir trovões. Mas, no conjunto, do ponto de vista sonoro, a natureza é silenciosa e harmônica. Essa percepção se reforça quando a comparamos a uma cidade moderna. Basta imaginar, por um momento, o ruído das ondas do mar batendo numa praia deserta, o canto dos pássaros no alto das árvores, o barulho do vento provocando o farfalhar das folhas, e de outro lado o buzinar dos veículos, o ronco dos motores e o ruído das sirenes. Mesmo nossas paisagens rurais são cortadas atualmente pelo ronco de tratores e motosserras.
O ruído ameaça não só o silêncio e a musicalidade presentes na natureza, mas também a saúde do ser humano. A surdez física não é o único resultado do excesso de barulho. Submetido à poluição sonora, o cidadão apresenta uma variedade de sintomas. O sistema nervoso periférico sofre, e provoca vasoconstrição; os vasos sanguíneos se comprimem. O batimento cardíaco fica alterado. As pupilas se dilatam. Quando o problema é constante, a perda de audição aparece como uma defesa do organismo. O organismo surdo se fecha para o meio ambiente: ele declara uma paz interior unilateral, cujo preço é a incomunicação definitiva. Quem hoje ouve “rock” a todo volume, em alguns anos poderá não ouvir, nem mesmo querendo, os acordes mais suaves da música clássica.
O ruído excessivo é uma espécie de exteriorização forçada da consciência, e pode ser buscado como meio para evitar o confronto com a ansiedade. É o caso de certo tipo de música. O barulho também pode ser imposto ao homem desde fora, transformando-o em vítima de um processo de contaminação ambiental.
Todo ser humano precisa do silêncio para viver bem, e é na ausência de barulho que ocorrem e são compreendidas as coisas mais importantes. “O silêncio não deve ser buscado como uma maneira de evitar a vida”, escreve Nicolas Caballero, das Filipinas. “Não pode ser apenas um refúgio da agitação, ou do que nós chamamos de estar cansado da vida. O silêncio é o contexto em que nós reconstruímos a interioridade e a exterioridade.” Para Caballero, devemos aprender a produzir silêncio em nossas vidas.[1]
O barulho e a desarmonia, de um lado, e o silêncio e o equilíbrio, de outro, podem ocorrer simultaneamente em três níveis de consciência: físico, emocional e mental. Estas três instâncias formam uma tela vital única, cuja qualidade devemos aumentar de modo gradativo e constante.
“O ruído é uma desinteriorização que me separa das coisas ou das pessoas”, alerta Caballero. Ele faz com que se distorça a percepção da realidade. Investigando a fonte do ruído na mente e na vida humana, o autor filipino chega ao que se chama de “falsa espiritualidade”: o problema da pessoa não-religiosa é, essencialmente, um problema de barulho. A pessoa barulhenta é egocêntrica, mesmo que aparentemente religiosa. O importante, neste caso, não é o mundo divino, mas suas ideias sobre ele, porque o egocêntrico só consegue enxergar a si mesmo. Esse egoísmo é a fonte do barulho, isto é, daquela aparente ausência de uma musicalidade natural que deve expressar-se livremente em cada processo vivo.
O ser egocêntrico é incapaz de ouvir, mas quer ser escutado; e para isso ele faz barulho, físico e emocional.
Alguém escreveu que a capacidade de suportar ruídos está na razão inversa da inteligência das pessoas. A afirmativa é verdadeira, mas não deve ser superestimada. Os idosos, por exemplo, não gostam de barulho, independentemente do seu grau maior ou menor de inteligência. É verdade, porém, que um idoso quase sempre tem uma certa sabedoria interior.
Através do cultivo do silêncio, a pessoa desenvolve o desapego em relação ao que parece agradável ou desagradável. Inversamente, o desapego torna possível ter paz e silêncio interiores. O tema é vasto e complexo: a produção de silêncio e paz no mundo psicológico é um processo que precisa ser estudado, diz Caballero.
O silêncio pode mostrar-se como um vazio, ou como uma plenitude. Nos dois casos, está ligado à observação do que é real, a partir de uma consciência que não se abala com os altos e baixos da vida cotidiana.
O significado da existência e o caminho do autoaperfeiçoamento acelerado são compreendidos em silêncio, com o corpo físico, a percepção mental e o centro emocional serenos, se não imóveis.
A luta entre o silêncio – onde se expressam os significados interiores – e o barulho (que provoca confusão mental) se desdobra em todos os níveis e momentos do cotidiano. Inclusive sociologicamente.
Os veículos automotores, a construção civil, os aeroportos, os bares noturnas e as grandes indústrias são algumas das principais fontes de poluição sonora em nossas cidades. O processo de conscientização em relação ao problema é complexo e não começou há pouco.
“A juventude paga para se ensurdecer nas discotecas”, já disse décadas atrás um técnico encarregado de combater o ruído. [2]
De fato, para muitos o ruído é sinônimo de intensidade vital. Certas motos são intencionalmente adaptadas para causar mais barulho. Uma característica da mente barulhenta é a sua necessidade de chamar a atenção dos outros, ainda que perturbando o sossego público. Tais exageros são relativamente raros. Mesmo assim, a poluição sonora causa níveis cada vez maiores de preocupação pública. Os decibelímetros – medidores de ruído – são instrumentos úteis na luta de moradores incomodados por fábricas barulhentas, ou de promotores públicos que defendem o sossego de um bairro.
Uma atitude mais vigilante tende a espalhar-se – e é indispensável que isso ocorra; mas ela não será suficiente. É recomendável atacar também a causa interna da poluição sonora. Esta causa está na mente humana, e escapa à mera análise ecológica, econômica ou legal da questão.
Por falta de autoconhecimento, o ser humano sente necessidade de fugir do seu próprio ruído interior e psicológico. Para isso, provoca barulhos externos que distraiam sua atenção para o mundo externo. É o caso da dependência psicológica da televisão. Fugindo das suas próprias angústias e incertezas, rodeia-se de sons (ou imagens) que o prendem momentaneamente a este ou aquele aspecto do mundo exterior.
A verdadeira solução não é esta.
O primeiro passo é aprender a calar por completo e então ouvir a voz da consciência. Quando o silêncio pode ser ouvido, a paz ilumina os diferentes aspectos do mundo. A fonte da felicidade está, de um lado em obedecer à alma presente em nosso interior, e, de outro lado, em perceber a alma do universo.
A música das esferas, de que falavam os pitagóricos, é escutada quando a nossa vida física, emocional e mental está em consonância com o grande processo vital do planeta e do cosmo. “Ora, direis, ouvir estrelas” – escreveu Olavo Bilac, antecipando o desprezo dos céticos. E, no entanto, sabemos que é possível ouvir as estrelas, e que elas não necessitam de palavras para falar. Basta que haja silêncio mental da parte de quem escuta.
No caminho do autoconhecimento, a ausência de ruídos constitui, pois, uma condição essencial. Alfred de Vigny afirmou:
“Só o silêncio é grande: todo o resto é fraqueza”.
Helena P. Blavatsky pensa de modo semelhante. Ao abordar o estudo e a percepção da sabedoria divina, ela escreveu:
“Em suas horas de meditação silenciosa, o estudante descobrirá que há um espaço de silêncio dentro de si, em que ele pode se refugiar dos pensamentos e desejos, do turbilhão dos sentidos, e das ilusões da mente. Mergulhando sua consciência profundamente em seu coração, ele pode alcançar este lugar – a princípio, somente quando ele está sozinho em silêncio e na escuridão. Mas quando a necessidade de silêncio cresce, ele o procurará mesmo no meio da batalha com o eu, e o encontrará. Ele apenas não deve abandonar seu eu exterior nem seu corpo. Deve aprender a retirar-se em sua cidadela quando a batalha se torna árdua; mas precisa fazê-lo sem perder de vista a batalha; sem se permitir fantasiar que assim ele vencerá. Essa vitória só se conquista quando tudo é silêncio fora e dentro da cidadela interior.” [3]
NOTAS:
[1] “Silence and the Liberation of Consciousness”, por Nicolas Caballero, “Theosophical Digest”, Philippines, quarto trimestre de 1991, pp. 95 a 123.
[2] “Revista Dirigente Municipal”, agosto 1992, pp. 42 a 44.
[3] “O Grande Paradoxo”, H. P. Blavatsky. O artigo está disponível em nossos websites associados.
000
Uma versão anterior do texto acima constitui o capítulo seis do livro “Apontando Para o Futuro – responsabilidade ética e preservação ambiental no século 21”, de Aveline. A obra foi publicada em Porto Alegre em 1996, com 106 pp., pelas editoras FEEU e PrajnaParamita, e está esgotada.
000
Sobre a missão do movimento teosófico, que envolve o despertar da humanidade para a vivência da fraternidade universal, veja o livro “The Fire and Light of Theosophical Literature”, de Carlos Cardoso Aveline.
A Guerra Mundial em Nossas Mentes

A Situação do Planeta
Resulta do Estado da Alma
Carlos Cardoso Aveline
Muitos se preocupam com o perigo de uma terceira guerra mundial. A verdade é que a guerra já começou há algum tempo, e ocorre como uma batalha no plano da mente.
A guerra mundial que vivemos agora é um conflito de longo prazo, não declarado, e bastante diferente dos anteriores. É a mais inteligente das guerras, sendo em grande parte sutil; é a mais tola delas, porque é desnecessária. Ela não ocorre no mundo físico: seu principal campo de batalha está localizado na alma.
Não haverá necessidade, portanto, de provocar a ruína completa da nossa civilização, se o respeito pela vida vencer na consciência humana.
Em qualquer espécie de conflito, a vitória e a derrota começam no pensamento. Para Sun Tzu, a “Lei Moral” ou vontade de vencer é fator decisivo. Ele afirma que o líder “representa as virtudes da sabedoria, sinceridade, benevolência, coragem e retidão”. [1]
O melhor tipo de guerra é aquele em que não é necessário combater fisicamente, e Sun Tzu explica:
“Lutar e vencer em todas as batalhas não é a glória suprema; a glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar. Na arte da guerra, a melhor coisa é tomar o país inimigo totalmente e intato; danificar e destruir não é tão bom.” [2]
As boas artes marciais do Oriente têm como base o mesmo princípio: “em primeiro lugar está a força da mente e do espírito”.
É verdade que o conflito mundial do século 21 inclui planejamento e ocupação de posições militares físicas ao redor do mundo. Ações e intenções genocidas são visíveis no plano material. No entanto, no jogo de xadrez, como na estratégia, a ameaça é frequentemente mais eficaz que a sua realização.
O mapa mundial de armas nucleares revela a existência de uma rede absurda de ameaças e contra-ameaças. A proliferação nuclear, o maior perigo para a humanidade, começa nas mentes dos estadistas e se alimenta da ingenuidade humana. A guerra se desenvolve fundamentalmente como uma batalha da imaginação.
As ideias precedem os fatos externos: a terceira guerra é uma luta pela definição das ideias dominantesque determinam o rumo da humanidade no século atual. Trata-se de uma versão atualizada, planetária e multidimensional da segunda guerra, ocorrida entre 1939 e 1945.
De um lado, temos o campo magnético dos que preservam a ética, amam a Vida e observam o princípio moral da ação moderada.
Do outro lado vemos aqueles que veneram os sentimentos destrutivos. Incapazes de amar a si mesmos, ignoram o valor do autocontrole e do respeito profundo por todos os seres.
Há modos sutis de boicote contra a vida: sabe-se que a adoração do dinheiro e das máquinas constitui uma forma indireta de combater a energia da alma e abrir caminho para vários tipos de calamidade. A luta entre as forças da alma e as forças da não-alma desencadeia-se ao mesmo tempo na mente do indivíduo e no ethos de cada comunidade local. No Oriente Médio e em todo o mundo, nenhuma província ou país fica livre dela. Ninguém está afastado desta guerra abrangente. Na mente de todos, há um amor pela vida e outro sentimento que boicota esse amor.
A falsa religiosidade que glorifica o ódio também alimenta o antissemitismo e o amor pelo poder material. A ilusão de que dinheiro e posição social produzem felicidade estimula as causas da violência física e psicológica. As várias formas de falsidade socialmente estabelecidas possuem o mesmo efeito oculto destrutivo.
Cada cidadão precisa vencer sua própria batalha microcósmica enquanto ajuda outros a vencerem as suas.
Aquele que é suficientemente rigoroso consigo mesmo evita a autoilusão e desmascara a adoração coletiva do mundo da aparência. A vida tem seus próprios modos de derrotar a filosofia da mentira segundo a qual “a sinceridade é impossível” e “a hipocrisia constitui a lei”.
Os amigos da verdade não precisam ser muitos, e o sábio judaico Maimônides escreveu sobre a importância do pensamento independente.
“Quando tenho um tema difícil diante de mim”, disse ele, “quando o caminho é estreito e a única maneira de afirmar uma verdade confirmada é dizendo algo que agradará um só homem inteligente e desagradará dez mil tolos, prefiro dirigir-me a aquele homem, e ignorar a condenação da maioria.” [3]
A filosofia esotérica concorda com Maimônides neste ponto.
A Arte de Observar os Fatos
É errado olhar para o Carma – as situações da vida – como se ele fosse imutável. O Carma é plástico na sua interação conosco. Seu significado prático e seus resultados dependem do ponto de vista desde o qual ele é vivido e observado.
A terceira guerra mundial é uma guerra pelos pontos de vista dominantes em nossa cultura. A derrota é inevitável para aqueles que olham para a vida pela lente do egoísmo, e acreditam que é ingênuo ser sincero.
Os indivíduos sem contato com suas almas são tristemente destituídos de inteligência: não podem guiar a humanidade. Os cidadãos honestos devem lutar pelo seu direito de ser sinceros, que a média dos mentirosos inveja e ataca. O peregrino consciente promove no seu próprio mundo psicológico aquilo que é correto. Ele rejeita os pensamentos e sentimentos hostis à sabedoria.
Este conflito mundial é uma luta pela compreensão, uma guerra de princípios. A vitória da alma começa em qualquer lugar e se desdobra por toda parte um milhão de vezes. Ela ocorre cada vez que um cidadão se livra de “crenças automáticas”, abandona pontos de vista não examinados e rejeita a rotina do ódio e o hábito do desânimo. Ela emerge sempre que alguém faz um exame severo de suas próprias opiniões e escolhe o pensamento autorresponsável, colocando de lado ideias transmitidas de forma subconsciente.
É dever espiritual do cidadão ouvir a paz sagrada de sua própria alma: a suave voz do silêncio cura a dor humana. Os níveis superiores do silêncio falam do equilíbrio eterno que une todas as coisas.
Nada pode ser mais elevado que a verdade e a sinceridade.
Nenhuma arma feita por seres humanos poderia desafiar a Lei das Leis. Tudo está em unidade no nosso planeta, e nos reinos decisivos da vida flui livremente a força do altruísmo.
O grau de honestidade nos corações dos seres é o fator central em relação ao futuro. No capítulo 18 de Gênesis, vemos que um pequeno número de indivíduos justos teria sido suficiente para evitar uma catástrofe geológica. A mesma ideia fundamental é ensinada nos clássicos taoistas. [4] O princípio é fácil de encontrar nos ensinamentos do cristianismo, do hinduísmo, e na teosofia clássica de Helena Blavatsky.
Será que temos agora esse pequeno número necessário de indivíduos Justos? É uma questão a enfrentar. É um tema a ser trabalhado.
Ao longo da vida do planeta, há três fatores silenciosamente interconectados, e a interação entre eles é ensinada por diferentes tradições culturais, e demonstrada pela ciência e pela sociologia:
1) A quantidade de ética e sabedoria na alma das pessoas;
2) Os ciclos de vida geológicos e ecológicos do planeta; e
3) O grau de bem-estar da humanidade; a legitimidade e o destino de suas civilizações.
A Raja Ioga e a teosofia moderna não estão sozinhas ao dizer que a situação do planeta resulta do estado da alma. O Pirkê Avot, um clássico do judaísmo, afirma:
“O mundo existe graças a três coisas: a verdade, a justiça e a paz (…).” [5]
A presença silenciosa de almas de boa vontade entre nós tem reduzido invisivelmente o tamanho da terceira guerra mundial, evitando que assuma proporções físicas indevidas.
Essa influência ajudará a fechar a porta da destruição desnecessária, se a loucura da proliferação de armas nucleares for interrompida a tempo.
Proteger a humanidade não é uma tarefa de curto prazo. O esforço desdobra-se era após era e deve ser intensificado em algumas ocasiões.
Cada vez que o êxito tem lugar, ele ocorre primeiro no mundo interno, e só depois no mundo exterior. Emerge nos cenários visíveis da vida através do restabelecimento da Ética e da Justiça. Firmeza e moderação são sempre oportunas no processo.
NOTAS:
[1] “A Arte da Guerra”, Sun Tzu, adaptação e prefácio de James Clavell, Editora Record, 1995, 111 pp., p. 18.
[2] “A Arte da Guerra”, adaptação de James Clavell, Editora Record, p. 25.
[3] “The Guide for the Perplexed”, Moses Maimonides, Dover Publications, Inc., New York, 414 pp., ver p. 09.
[4] Veja por exemplo os capítulos 15, 19, 136 e 178, entre outros, em “Wen-tzu, a Compreensão dos Mistérios”, Ensinamentos de Lao-tzu. Tradução do chinês, Thomas Cleary. Tradução do inglês, Carlos Cardoso Aveline. Brasília, Editora Teosófica, 2002, 198 páginas.
[5] “A Ética do Sinai”, Ensinamentos dos Sábios do Talmud, Editora e Livraria Sêfer, São Paulo, 1998, ver Capítulo 1, Mishná 18, p. 64.
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O texto acima foi publicado pela primeira vez em inglês sob o título de “The World War in Our Minds” e está disponível em nossos websites associados. Pode ser visto também em nosso blogue no jornal israelense “The Times of Israel”.
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Sobre a necessidade de evitar conflitos desnecessários, veja em nossos websites os artigos “Brasil é Contra a Proliferação Nuclear”, de Michel Temer, e “Old Prophecies and Atomic War”, de Carlos Cardoso Aveline.
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O grupo SerAtento oferece um estudo regular da teosofia clássica e intercultural ensinada por Helena Blavatsky (foto).
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